Angola gastou 293 milhões de euros com pensões para ex-militares

EX-MILITARES ANGOLANOS CONTINUAM A RECEBER ASSISTÊNCIA DO GOVERNO
O Governo angolano gastou 160,4 mil milhões de kwanzas (293 milhões de euros), em 2019, com 72 mil 259 pensionistas dos Acordos de Paz, dos quais mais de metade por reforma, foi divulgado (27.1), em Luanda.
Segundo um comunicado da Caixa de Segurança Social das Forças Armadas Angolanas (FAA), os últimos pensionistas, mais de 24 mil, foram inseridos no sistema de pagamento, em 2019, e o processo "está já encerrado".
De acordo com os dados divulgados, do total de pensionistas, 43 mil 233 recebem pensão de reforma e 66 mil têm pensão de invalidez. Foram ainda pagos subsídios a 1.145 pensionistas (de sobrevivência) ascendentes (pais e mães), 8.559 viúvas e 19.256 órfãos.
Os pensionistas do Sistema de Segurança Social das FAA são os ex-militares desmobilizados ao abrigo dos Acordos de Paz de Angola, assinados desde 1991.
Trata-se de oficiais das extintas Forças Armadas Populares de Libertação de Angola (FAPLA), extintas Forças Armadas de Libertação de Angola (FALA) e ex-militares da UNITA desmobilizados à luz dos Acordos de Bicesse (Estoril, 1991).
Contempla também ex-militares desmobilizados ao abrigo do Acordo Geral do Luena (2 de Abril de 2012), e do Memorando de Entendimento para a Paz e Reconciliação em Cabinda, assinado, em Agosto de 2006, entre o Governo angolano e o Fórum Cabindês para o Diálogo.
FONTE: JORNAL DE ANGOLA



