Diplomatas da CPLP aconselhados a agilizarem mecanismos para mobilidade de jovens

Participantes a reunião da CPLP (arquivo)
O Presidente do Conselho Nacional da Juventude de Angola (CNJ), Tigão Mateus, defendeu domingo, em Lisboa, a necessidade das missões diplomáticas da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) continuarem a desenvolver um trabalho mais intenso e permanente para permitir maior mobilidade dos jovens na comunidade.
Citado pela Angop, em Lisboa, na sequência do Fórum de Jovens da CPLP, o responsável salientou que a questão da mobilidade juvenil estaria resolvida se os estados instituíssem o estatuto de cidadão da CPLP.
Tigão Mateus acrescentou que este processo viria culminar com a atribuição de um passaporte que havia de coroar a efectivação deste estatuto.
Assim, enfatizou, permitiria aos jovens se deslocarem a qualquer Estado membro com facilidade para troca de experiência, intercâmbio cultural, recreativo e desportivo.
Salientou, por outro lado, o protocolo bilateral entre a República de Angola e de Moçambique que dita a supressão de vistos em passaportes ordinários, para permitir maior mobilidade dos povos angolanos e moçambicanos.
O fórum de Jovens da CPLP que decorreu durante cinco dias em Portugal será presidido pelo Brasil, em substituição de Cabo Verde, no período de 2017/2019, e terá na vice-presidência o Conselho Nacional da Juventude da Guiné-Bissau.
A mesa da assembleia-geral tem na presidência Angola e na vice-presidência São Tome e Príncipe.
Integram a CPLP Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste.
FONTE: ANGOP
